terça-feira, 7 de agosto de 2012

A PRIMAVERA DA VIDA

Escrito em 20/06/2012

“Alegra-te, jovem, na tua juventude, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade; anda pelos caminhos que satisfazem ao teu coração e agradam aos teus olhos; sabe, porém, que de todas as coisas Deus te pedirá contas.” (Eclesiastes 11:9)
Comecei há alguns dias a elaborar um álbum com o propósito de resgatar a “História de vida da minha família”; como a galera jovem de hoje diz, no formato de “scrap book”. Inicialmente, peguei o acervo fotográfico e vi que era muito volumoso; então resolvi organizá-lo por décadas. Ao fazer isto, descobri que estavam sob meu domínio fotos de quando eu era ainda jovem e solteira. Olha! Ordenar aquelas fotos foi reviver aquelas cenas, passear de novo por aqueles locais, sentir a emoção e reviver as experiências. Foi muito gostoso!

Fonte: 4.bp.blogspot.com (Encontro dos Rios Negro e Solimões)
Esta atividade me fez lembrar do verso de hoje e refletir sobre como Deus tem sido maravilhoso comigo, porque tive oportunidade de passear por muitas cidades brasileiras e algumas estrangeiras, conhecer muitos lugares bonitos, de rara e natural beleza, entrar em contato com pessoas de culturas e linguagens diferentes; enfim, posso dizer “curti muito”.

fonte: www.blogman.com.br (Abrolhos)


Aplicando o pensamento do sábio Salomão, sou muita grata a Deus porque: alegrei-me de fato na minha juventude, recreei o meu coração durante toda a minha mocidade, andei por caminhos que satisfizeram o meu coração e agradaram aos meus olhos. Considero-me uma pessoa privilegiada pelas oportunidades que a vida me ofereceu e eu usufruí.
Embora tenha conhecido melhor a Palavra de Deus e me convertido após os 26 anos, fui criada no temor de Deus, numa família que ensinava os valores cristãos básicos. Também estudei num colégio de freiras carmelitas, que também o fazia. Eu procurei corresponder à educação que recebera, de modo que não tenho tanto receio da prestação de contas a Deus, de que trata o final do verso. Não falo isto para “aparecer”, não estou “me achando”, nem me sinto melhor do que ninguém, apenas refletindo sobre a tranquilidade de “gozar a vida sempre na presença de Deus”.
Agora um incentivo para os que não são tão jovens: a juventude é um estado de espírito; não importa a idade que se tem, é possível viver em plena “juventude de coração” por toda uma vida; minha mãe tem 96 anos e está sempre disposta para passear, festejar em família, viajar e ainda trabalha, administra sua casa, faz crochê e ainda “fatura uma graninha”, que ajuda no orçamento dela, que é pequeno.
Sejamos eternamente jovens e sempre na presença e temor do Senhor.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

O RESSOAR DA TROMBETA NA VOLTA DE JESUS

Escrito em 19/06/2012

“Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor.”
(1 Tessalonicenses 4:16 e 17)
Fonte: 3.bp.blogspot.com


Mencionamos ontem que estamos numa viagem rumo à Canaã Celestial e que a duração desta viagem é diferente para cada um de nós; daí, senti a necessidade de esclarecer um pouco sobre o final desta viagem.
Na verdade, cada pessoa tem uma história de vida, que pode ser curta, média ou longa, dependendo de vários fatores, como saúde, grau de exposição a riscos, clima e meio ambiente, catástrofes e fenômenos da natureza, qualidade de vida, entre outros. Alguns desses fatores podem ser minimizados por medidas e escolhas pessoais e por políticas governamentais. Mas o fato real, do qual ninguém consegue fugir é que um dia morreremos; a diferença é que uns vão mais cedo, outros mais tarde.
Na minha vida, já presenciei muitas despedidas, como por exemplo, de um sobrinho, filho único, que teve a sua vida ceifada num acidente de trânsito, em plena juventude, com apenas 24 anos, cursando a Faculdade de Direito. Também um sobrinho-neto, com apenas 2 aninhos, uma criança linda, inteligente, uma alegria e comunicabilidade incríveis; não se sabe como, foi acometido por uma bactéria tão violenta, que nenhum antibiótico fazia efeito, vindo a falecer, após uma internação por 2 meses em UTI. A saudade de ambos tem sido imensa. Ao falar neles, as lágrimas caem dos meus olhos.
A outra possibilidade é de estarmos vivos quando da volta de Jesus.
Todos os cristãos almejam a volta de Jesus o quanto antes. Os que O aceitaram como Seu Salvador pessoal e estiverem vivos por ocasião de Sua Vinda, não experimentarão a morte; serão transformados num abrir e fechar de olhos.

Fonte: www.adgospel.com.br 
Ao ressoar a trombeta de Deus, os mortos em Cristo ressuscitarão. Eles acordarão como que de um profundo sono, que pode ter durado muito ou pouco; porém para eles, este tempo não fará diferença.

O importante é que tanto os mortos quanto os vivos ouvirão o ressoar da trombeta de Deus, a trombeta que anunciará a nossa maior esperança: a volta de Jesus para nos resgatar. 

Ele já pagou por este resgate com o Seu sangue lá na cruz do Calvário. 
Quero estar com meus ouvidos bem atentos, para escutar o ressoar da trombeta e ver Jesus vindo do céu.

domingo, 5 de agosto de 2012

O APELO DE DEUS

Escrito em 18/06/2012

“...Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o coração, como em Meribá, como no dia de Massá, no deserto, quando vossos pais me tentaram, pondo-me à prova, não obstante terem visto as minhas obras”. (Salmos 95:7-9)

O Salmo 95 é um convite a louvar o Senhor. Nele o salmista engrandece a Deus por ser o Rochedo da nossa Salvação, o nosso Pastor, o nosso Criador, bem como de todos os seres vivos; enfim de todas as coisas existentes na natureza. Exalta Sua Soberania e nos exorta a ações de graças ao Senhor.

Na sequência, ele nos faz um apelo, no sentido de ouvirmos a voz de Deus e  nos alerta sobre as ocorrências de rebeldia do povo hebreu, durante o êxodo do Egito para Canaã e suas funestas consequências.

Os fatos mencionados nos versículos de hoje estão narrados em Êxodo 17:1-7 e Números 20:2-13. Em ambos, o povo clamava principalmente pela escassez de água e partia de forma agressiva diretamente contra Moisés e indiretamente contra Deus.

Em ambos, Moisés recorreu ao Senhor e Ele proveu a solução.
Fonte: 2.bp.blogspot.com
No primeiro, Deus o instruiu a ferir a rocha duas vezes, para fazer brotar a água e assim foi feito. Já no segundo, Deus o orientou a falar à rocha, porém Moisés se impacientou com a rebeldia do povo e feriu a rocha duas vezes. Deus atendeu também, mas Ele queria que Moisés O santificasse diante do povo, e, por causa disto, Moisés não entrou na Terra Prometida, somente a avistou do alto do monte.

Do povo que saíra do Egito, somente Josué e Calebe entraram na Terra Prometida e os menores de 20 anos. Os demais morreram no deserto, por causa da sua dura cerviz. Eles haviam presenciado e se beneficiado tanto dos atos de proteção e redenção de Deus para com eles, mas não reconheciam, não confiavam no poder, na misericórdia e no Amor de Deus.

Também devido à rebeldia do povo, a viagem durou 40 anos, quando poderia ter durado poucos meses.

Nós também estamos numa viagem rumo à Canaã Celestial. Para cada um de nós, a duração da viagem é diferente, e, durante o trajeto, nos posicionamos das mais diversas formas diante da realidade da vida, uns valorizando o Amor de Deus, outros ignorando-O ou até mesmo agredindo e ofendendo ao Senhor da vida.

De qualquer modo, os nossos pecados sempre ofendem ao Senhor e nos separam dEle. Então, o apelo para “não endurecer o coração” é também para nós. Ouçamo-lo hoje, agora, para que possamos habitar com Deus na nova Terra.

sábado, 4 de agosto de 2012

JESUS E A SERPENTE DE BRONZE


Escrito em 17/06/2012

“E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado, para que todo o que nele crê tenha a vida eterna.” (João 3:14 e 15)

Fonte: 4.bp.blogspot.com 
Ontem tratamos do encontro de Nicodemos com Jesus, focalizando o novo nascimento. Hoje queremos explorar o mesmo contexto, mas no aspecto da revelação de Jesus a ele sobre a Sua missão redentora.

Jesus tinha uma psicologia incrível. Diante da dificuldade de Nicodemos em entender a Sua fala, Ele resolve abordar um assunto mais objetivo, de vital importância, o do Seu papel na Redenção do homem, relacionando-o com uma passagem do Antigo Testamento, que, com certeza, Nicodemos devia conhecer bem, já que era um doutor da Lei.

Então, Jesus compara o Seu sacrifício expiatório a favor do homem, que ocorreria em breve, com o episódio acontecido no deserto, durante o êxodo dos Hebreus do Egito para a Terra Prometida, conforme Números 21:4-9.

Aconteceu que o povo estava desanimado, estressado, nervoso, revoltado, cansado de comer o maná que Deus mandava diariamente e fez uma verdadeira conspiração, planejando até voltar para o Egito.

Diante de tal situação, Deus mandou serpentes abrasadoras, que picavam as pessoas e muitas morriam. Então, o povo se arrependeu e pediu a intercessão de Moisés diante de Deus, que, por Sua vez, orientou a Moisés a levantar uma serpente de bronze numa haste, para a qual as pessoas picadas deviam olhar para serem curadas. E assim aconteceu.

Entendo que este olhar da pessoa para a serpente de bronze tinha que ser um olhar de fé, não simplesmente um olhar comum, normal, como se olha para qualquer objeto, mas um olhar arrependido, humilde, contrito, sentindo a real dependência de um Salvador.

A serpente levantada no deserto representava Jesus, que seria levantado de igual maneira, para efetivar o sacrifício expiatório que Ele faria para a redenção humana. O pecador que aceita o Seu sacrifício, se torna justo diante de Deus e obtém o direito à vida eterna.

Nicodemos captou a mensagem e quando Jesus morreu na cruz, ele conectou o fato com a revelação de Jesus naquele encontro noturno.

Assim como os rebeldes dependiam de mirar com fé aquela serpente para escapar da morte, assim também nós, pecadores, dependemos de mirar Jesus na cruz do Calvário, aceitá-Lo como nosso Salvador pessoal, para escaparmos da morte eterna e um dia podermos entrar no reino de Deus.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

IMPORTA-VOS NASCER DE NOVO


Escrito em 16/06/2012

“Não te admires de eu te dizer: importa-vos nascer de novo”. (João 3:7)

fonte: malucoporjesus.files.wordpress.com 
Palavras de Jesus a Nicodemos.

Quando tento me colocar no lugar de Nicodemos, acredito que essas palavras de Jesus devem ter-lhe soado um tanto ousadas, considerando que ele era um respeitável membro do Sinédrio judaico, um doutor da lei.

Pode-se considerar que ele também foi ousado na sua atitude de procurar Jesus.

A narrativa deste encontro evidencia um Nicodemos um tanto receoso de ser visto pelos seus compatriotas, porque foi procurar Jesus à noite, lembrando que, naquele tempo, não havia iluminação artificial como a da luz elétrica.

Por outro lado, a narrativa mostra um homem impressionado com os sinais que Jesus vinha praticando, no sentido de libertar os cativos do pecado, das enfermidades, do sofrimento em geral. Nicodemos “suspeitava” que Jesus tivesse uma ligação especial com Deus.

Na sequência, ocorre um diálogo entre Jesus e Nicodemos, que ecoa até nossos dias, com uma força reveladora da necessidade de Nicodemos, que na verdade, é uma necessidade universal, é de todo ser humano – nascer de novo.

Nicodemos ficou tão chocado, que no nosso linguajar popular, diríamos: “ficou tão sem rosca”, que acaba se posicionando de uma forma totalmente ilógica, quando pergunta a Jesus: pode porventura alguém voltar ao ventre materno e nascer segunda vez?

Ora, como um homem culto, não percebera até então, que Jesus estava falando no plano espiritual e não no plano físico? Mas eu o entendo, porque em algumas situações, a gente fica bloqueada e emite ideias incoerentes, para não dizer “idiotas”.

Mas Jesus vê além das aparências e Seu amor está muito além das nossas mediocridades, e naquele episódio, fala do novo nascimento, como um requisito para podermos ver o reino de Deus, da importância de nascermos da água e do Espírito, para entrar no Seu Reino.

Fonte: 1.bp.blogspot.com 
Esclarece também sobre o papel do Espírito, que é tão sutil, que o compara com o vento. Assim como uma brisa fresca nos traz um refrigério em dias quentes, assim é a atuação do Espírito Santo em nossa vida. Jesus chega até a revelar a Nicodemos a Sua Missão.

Quando alguém entra em contato com Jesus e ouve a Sua Palavra, o Espírito sopra e revitaliza o seu ser, propiciando-lhe um novo nascimento.

Nicodemos nasceu de novo e o demonstrou por ocasião da morte de Jesus e se tornou um homem valoroso na causa cristã.

Nascer de novo é um presente de Deus. Importa-nos nascer de novo.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

AO DEUS DESCONHECIDO

Escrito em 15/06/2012

“Então, Paulo, levantando-se no meio do Aerópago, disse: Senhores atenienses: em tudo vos vejo acentuamente religiosos; porque, passando e observando os objetos de vosso culto, encontrei também um altar no qual está inscrito:
AO DEUS DESCONHECIDO. Pois esse que adorais sem conhecer é precisamente aquele que eu vos anuncio.” (Atos 17:22 e 23)

Fonte: farm1.static.flickr.com
Meu marido diria sobre esta situação, “Paulo estava no ninho das cobras”. Poderíamos dizer também em gíria brasileira “no ninho dos cobras”. 
Das “cobras”, porque o ambiente ali era perigoso; Paulo corria o risco de ser picado, envenenado e morto. 
Ou dos “cobras”, ou seja, dos "experts", entendidos, especialistas,  intelectuais, doutores.

Paulo não estava num lugar qualquer, estava em Atenas, no “berço de nascimento da democracia, da filosofia ocidental, dos Jogos Olímpicos, da Literatura ocidental e da Historiografia, bem como da ciência política, e dos mais importantes princípios matemáticos..." (Wikipedia).

Mas Paulo estava preparado, porque além de ser muito culto, Deus o escolhera para levar o Evangelho aos gentios e o capacitara com uma dotação especial do Espírito Santo, para desempenhar esta missão. Analisando o texto, ele foi extremamente perspicaz e habilidoso na situação, porque desde sua chegada em Atenas, estava pregando diariamente na sinagoga entre os judeus e gentios piedosos e também na praça, causando um grande impacto na cidade, onde só se falava disso (vers. 16 a 21).

Assim, tomaram-no e o levaram ao Aerópago para discursar. Como ele conhecia a cultura grega e observara o ambiente, ele inicia elogiando os gregos por sua religiosidade; mesmo que ela estivesse direcionada para um lado mítico, era uma característica boa, considerando-se do ponto de vista da factível receptividade da mensagem evangélica, que ele pregava.

Além disto, ele aproveitou que os gregos dedicavam um altar “AO DEUS DESCONHECIDO”, e trouxe-lhes o Deus real, verdadeiro, já conhecido por muitos. E aí, Paulo ilumina a mente deles, revelando-lhes aquele Deus que até então não conheciam.
Fonte: 1.bp.blogspot.com

Paulo fala do Deus Criador de todas as coisas no céu e na terra, do Deus que dá a vida e a mantém, que de um só fizera a raça humana; Aquele no qual vivemos, nos movemos e existimos; não um Deus feito de ouro, prata ou pedra, esculpido pela arte e imaginação do homem, mas um Deus Real, Pessoal, que origina e governa a vida humana; de Quem procedemos e para Quem nos destinamos. (vers. 24 a 31).

Aliás, Paulo estava respondendo aos gregos os questionamentos clássicos, filosóficos, que os inquietava, bem como a todo ser humano pensante. Paulo, sob inspiração divina, atendeu-lhes na sua maior necessidade. E houve ali verdadeiras conversões, para honra e glória do DEUS CONHECIDO.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O CORAÇÃO NA PRESENÇA DE JESUS

Escrito em 14/06/2012

“E disseram um ao outro: Porventura, não nos ardia o coração, quando ele, pelo caminho, nos falava, quando nos expunha as Escrituras.” (Lucas 24:32)

Fonte: estudos.gospelprime.com.br

Após Sua ressurreição, no domingo, Jesus, sem se identificar, Se interpõe entre dois discípulos que se dirigiam de Jerusalém para a aldeia de Emaús, conforme o relato de Lucas 24:13-35.

Eles iam conversando exatamente sobre as últimas ocorrências relativas à pessoa de Jesus; o texto deixa claro que eles estavam tristes. 

Na verdade, eles tinham a expectativa de que Jesus seria o Libertador de Israel do jugo romano. A despeito das muitas vezes que Jesus falara sobre a Sua missão e o Seu reino, o entendimento deles estava restrito à realidade judaica, no “aqui e agora” deles; eles não haviam percebido que a Missão de Jesus era muito mais ampla, que transpunha os muros de Jerusalém, para alcançar o mundo inteiro, até mesmo as terras ainda não conhecidas, inexistentes no mapa da época.

Mas o que pretendo destacar hoje é a sensação de “arder o coração” que aqueles discípulos experimentaram, enquanto “aquele estranho” expunha-lhes as Escrituras, em contraste com a tristeza que lhes ocupava o mesmo coração antes daquele encontro.

Então me pergunto: Por que eles tiveram essa sensação de “arder o coração”? O que isto significa? Será que esta experiência também pode ocorrer conosco?
Entendo, a partir do relato, que houve duas razões para que seu coração ardesse:

·        A primeira - a presença de Jesus, mesmo que eles não a identificassem no momento. Sim, a presença de Jesus é suficiente em si mesma, para preencher um coração solitário, pois Ele irradia vida, Ele enche o espaço vazio de um coração angustiado;

·        A segunda - o conteúdo da fala de Jesus, a mensagem que Ele lhes trazia; os vers. 26 e 27 esclarecem que Jesus discorria sobre a Sua missão, fundamentando-se nos escritos de Moisés e dos Profetas. Na oportunidade, Jesus desdobrou diante deles todo o Plano da Redenção do homem.

Quanto ao “arder do coração”, não era uma sensação meramente fisica, como a do limão num dedo cortado, mas uma sensação de revelação, de acordar do sono espiritual, da letargia que paralizava a sua mente.

Esta experiência também pode acontecer conosco. Meu coração ardeu quando conheci a Jesus e a Sua Palavra, o Seu Plano para a minha redenção. O meu coração ainda arde na Sua presença.