sexta-feira, 7 de setembro de 2012

RELACIONAMENTO ENTRE PAIS E FILHOS

Escrito em 09/07/2012

“Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo [...] E vós, pais não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor.” 
(Efésios 6:1 e 4)

Continuando a refletir sobre relacionamento familiar diante do Senhor, hoje vamos focar na relação pais e filhos.

Mais uma vez veremos: pela Palavra de Deus, esta relação também é biunívoca; Deus não é parcial; sempre apresenta os dois lados da moeda e o apóstolo Paulo nos traz a verdade transparente desta relação de reciprocidade diante de Deus.

                           Fonte: blogcoisanossa.files.wordpress.com 

O verso 1 enfatiza a importância da obediência dos filhos aos pais, como algo justo. Significa então que essa obediência é um ato de justiça. Prosseguindo o texto, Paulo se reporta ao 5º mandamento da Lei de Deus: “Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra”.

Há poucos dias, uma sobrinha de 44 anos de idade estava se organizando para fazer uma cirurgia. Ela estava em outra cidade, longe de sua mãe; então, ela ligou para a mãe, conversou e depois me disse: “tia, eu não vou fazer esta cirurgia, pelo menos, não agora!” E me contou a visão e opinião da mãe dela: que a cirurgia não era tão prioritária, em face de outras medidas que ela deveria praticar antes e cujos resultados poderão até tornar desnecessária a tal cirurgia. E acrescentou: “hoje eu escuto muito mais a minha mãe; se eu tivesse ouvido mais a minha mãe no passado, teria poupado muito sofrimento na minha vida.” Daí foi comentando alguns fatos. Que bom que ela agora tem esta postura de obediência aos pais!

Esta mesma sobrinha, há cerca de 8 anos, deixou seu trabalho e sua vida pessoal no ES, para ficar com os pais em MG, porque o pai sofrera um derrame e ficara entrevado na cama, totalmente dependente dos familiares para tudo, se alimentar, ir ao banheiro etc. Foram 2,5 anos de luta incessante, dia e noite. Que lindo exemplo! Que dignidade!

Honrar pai e mãe é mandamento com promessa: “para que se prolonguem os teus dias na terra ...” Não que ninguém deva fazer isto por interesse em viver mais tempo, mas para ser também obediente a Deus, que, com certeza, honra aquele que Lhe é fiel.

Agora, o outro lado da moeda: o conselho aos pais quanto à maneira de lidar com os filhos, não os provocando à ira, criando-os no temor, na disciplina e admoestações do Senhor.

Mais uma vez, entendemos que se o padrão divino da prática do amor for seguido, tudo irá bem. O problema é que os pais, muitas vezes, extrapolam nos seus direitos e deveres, utilizam seus próprios “métodos” e ignoram as orientações divinas no que concerne à educação; daí, acontecem os conflitos, os desajustamentos, os choques de geração e outros tantos que só trazem sofrimentos para ambos os lados.

O papel dos pais exige muita sabedoria, que pode ser adquirida na Palavra de Deus. Os pais devem também colocar seus filhos no altar de Deus diariamente, através da oração, pedindo por sua vida física, material e principalmente espiritual.  

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

RELACIONAMENTO CONJUGAL DIANTE DO SENHOR

Escrito em 08/07/2012

“As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor... Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela.” (Efésios 5:22 e 25)

Fonte:  4.bp.blogspot.com 
Ao falar sobre o perdão, adentramos levemente na questão do convívio familiar. Vamos agora nos ater um pouco mais no relacionamento conjugal.

No mundo moderno, onde as mulheres têm gradativamente conseguido maior valorização pessoal, o versículo 22 tem sido objeto de acaloradas discussões, principalmente nos professos ambientes cristãos. Isto ocorre devido à nossa tendência humana de sempre “puxar a sardinha para a nossa lata” e também por uma questão histórica e cultural, onde o homem sempre foi mais valorizado e responsabilizado, principalmente como provedor.

Particularmente, penso que a controvérsia se origina nos corações humanos, como fruto das falácias instigadas por Satanás, porque pela Palavra de Deus, a relação homem/mulher é biunívoca. Deus não é parcial. Ele sempre apresenta os dois lados da moeda. Por isto, o apóstolo Paulo nos traz a verdade transparente desta relação de reciprocidade diante de Deus.

Fonte: www.plinn.com.br
Se por um lado, o conselho para a mulher é que seja submissa ao seu marido, por outro, o conselho para o homem, é que ame a sua mulher como Cristo amou a Igreja, a ponto de se entregar por ela. Isto é maravilhoso, porque qualquer mulher terá o maior prazer em ser submissa ao marido, considerando que ele a amará com a qualidade do amor de Jesus para com a Igreja. Deste jeito, a submissão não representa nenhum peso, nenhum fardo; ao contrário, representa prazer.

Sob esta ótica, ecoa o importante detalhe do final do verso 22, “como ao Senhor”. Entendo que “ser submissa ao marido como ao Senhor” é uma relação de amor, porque Deus é Amor.

O amor de Deus é perfeito, como descrito em 1 Coríntios 13:4-7: “O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”

Este é o modelo a seguir, que, para nós, tanto esposas quanto maridos, é difícil, porque deixamos de beber na fonte do Amor. 

Se colocarmos Jesus no vértice do triângulo amoroso de nossa vida conjugal, se permitirmos que Ele a direcione no nosso dia-a-dia, na tomada de decisões, Ele vai inundar de bênçãos nossa união. Não haverá nenhum desejo de supremacia do homem sobre a mulher e vice-versa; ao contrário, haverá uma amorosa e prazerosa relação conjugal.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

PERDOANDO OS OFENSORES

Escrito em 07/07/2012

“E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores.” (Mateus 6:12)

Fonte: 2.bp.blogspot.com 
Ontem vimos sobre a confissão e o perdão, sob a ótica do ofensor. Hoje vamos ver o outro lado da situação, isto é, do lado do ofendido.

O verso de hoje está no contexto da Oração do Senhor, que Jesus ensinou aos Seus discípulos.

É uma oração modelo, por sua simplicidade e objetividade; é curta, mas contém todos os elementos necessários à nossa aproximação do Pai Celestial, de forma respeitosa e amorosa.

O que queremos destacar hoje é a relação de reciprocidade do perdão entre devedores e credores, ou conforme outras traduções, entre ofensores e ofendidos, como condição para recebimento do perdão. Aliás, os versículos 14 e 15 colocam isto de forma transparente: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai Celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas”.

Para ilustrar esta situação, Jesus narrou a “Parábola do Credor Incompassivo”, onde determinado devedor, a despeito de ter sido perdoado por seu senhor (patrão) de uma dívida de dez mil talentos, em seguida, deixa de perdoar a um conservo, que lhe devia apenas cem denários. Então, o senhor do primeiro devedor, sendo informado deste fato, reverte a situação e o obriga a saldar toda sua dívida. (Sugiro a leitura de Mateus 18:23-35)

Desta forma, não tem nenhum efeito pedirmos perdão a Deus de um pecado, uma ofensa cometida, se nós não perdoamos aqueles que nos ofendem. Isto seria uma tremenda hipocrisia: pretender receber perdão de Deus e/ou de nosso semelhante, se nós não perdoamos aos que nos devem ou ofendem.

Então, precisamos constantemente colocar a nossa vida em dia com Deus e com nossos semelhantes; examinar nossos corações sobre os pecados cometidos contra nós ou por nós e como estamos na equação “perdoar e ser perdoado”.

Fonte: 1.bp.blogspot.com
Às vezes temos a tendência do credor incompassivo, queremos receber perdão, mas não queremos conceder perdão. Isto é ainda mais verdade nas relações familiares cotidianas, pois no ambiente familiar é onde nos sentimos mais à vontade, onde acontecem muitas ofensas gratuitas, onde geralmente ocorrem a intolerância, a impaciência, o desleixo e o desrespeito, enquanto justamente no lar deveríamos cuidar mais de manter relações harmoniosas, porque ali é onde o casal desenvolve sua afinidade e onde acontece a formação do caráter dos filhos. Aprendamos com Jesus a perdoar e seremos perdoados.

Então, antes de orar o Pai Nosso, vamos pensar na equação “perdoar e ser perdoado”, corrigir os desvios, para orarmos digna e confiantemente.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

CONFISSÃO E PERDÃO

Escrito em 06/07/2012

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1João 1:9)

Fonte: 2.bp.blogspot.com

A confissão de pecados envolve o reconhecimento da transgressão cometida contra a Lei de Deus, sincero arrependimento, tristeza pelo ato de ofensa e atitude de humildade.

A confissão deve ser dirigida ao Pai Celestial e, se a transgressão atingiu pessoa(s), também a esta(s) devemos nos confessar e pedir perdão.

Da parte de Deus, o verso de hoje, além de outros similares e correlatos existentes na Palavra de Deus, nos assegura que alcançaremos perdão.

Já no âmbito das relações interpessoais, pode acontecer de o ofendido não conceder o perdão de imediato ou mesmo nunca.

Embora seja importante o perdão do ofendido, principalmente para reatar laços, o imprescindível é o perdão de Deus, para que possamos ficar em paz com Ele e conosco mesmos.

Os consultórios psiquiátricos e psicológicos estão cheios de pessoas que muitas vezes buscam a compreensão, o entendimento das questões que perturbam a alma, gerando angústias, que, em casos mais graves, chegam à depressão. O sentimento de culpa é funesto e é capaz de estragar a vida das pessoas, de tal forma, que alguns acabam suicidando-se.

Assim, quando Jesus disse: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, entendemos que uma das mais preciosas verdades bíblicas que o mundo carece conhecer é a do perdão de Deus em Cristo Jesus para os nossos pecados.

O perdão de Deus nos liberta e nos purifica de toda injustiça. A injustiça aqui se refere ao resultado do pecado. Se cometemos pecado, a consequência lógica seria a nossa condenação, mas a justiça de Cristo é imputada a nós, para que possamos nos tornar justos diante de Deus. Por isto, o verso de hoje traz a boa nova do perdão e da purificação de toda injustiça.

Não importa o tamanho da transgressão, se o arrependimento for verdadeiro, genuíno, Ele nos perdoa e nos purifica. 

Fonte: 2.bp.blogspot.com 
Já ouvi alguns testemunhos de perigosos criminosos que conheceram Jesus na prisão e tiveram uma real experiência de conversão, e, mesmo tendo de permanecer na prisão, são libertadas interiormente e conseguem viver em paz.

Vi também casos de criminosos que conseguiram, mais cedo ou mais tarde, a libertação da prisão e se tornaram excelentes testemunhas de Jesus, levando o Evangelho a outras pessoas.

Há pessoas tão rígidas consigo mesmas, que jamais se perdoam. Rejeitam a verdade que liberta e vivem miseravelmente perdidas neste mundo, presas aos ardis daquele que as incita ao pecado. Algumas chegam a dizer: “Deus não vai me perdoar; eu não mereço o perdão!” A segunda parte é verdadeira: realmente ninguém merece o perdão; é somente pelo mérito do sacrifício expiatório de Jesus que alcançamos o perdão. Mas é preciso o arrependimento sincero, seguido da confissão.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

NOVO CÉU E NOVA TERRA

Escrito em 05/07/2012

“E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.” (Apocalipse 21:4)

Fonte:  http://3.bp.blogspot.com
Eu não sou uma pessoa muito chorona, mas já derramei muitas lágrimas de tristeza, de angústia e até de raiva, diante do meu Deus; a vida tem me ensinado muito e a maior lição aprendida é que o verdadeiro conforto vem do Senhor.

Ontem, visitei uma amiga que perdeu duas irmãs num espaço de 9 dias. Ela estava se contendo, mas a percebi abatida, profundamente triste, embora soubesse que suas irmãs que viveram mais de 90 anos, cumpriram sua missão em vida. Mas os seres humanos são dotados de sentimentos como o afeto, a amizade, a união e o amor, de modo que a separação das pessoas a quem amamos é sempre dolorosa.
  
Assim considerando, a mensagem de hoje, que se acha no contexto da nova terra, é uma promessa das mais confortadoras da Palavra de Deus. Nesta vida, devido às influências do mal causado pelo inimigo maior, Satanás, somos suscetíveis de muita dor, por motivos diversos, e a perda dos entes queridos certamente é o maior dos sofrimentos.

Fonte:  www.historiasbiblicas.advir.com
Na Nova Terra que Deus recriará para habitação dos Seus filhos, as lágrimas não molharão mais os nossos olhos, só existirá vida, e vida exuberante de todos os seres vivos; até os animais conviverão entre si e entre os homens, de forma harmoniosa; a morte não existirá; por conseguinte, não haverá mais separações entre os entes queridos, e então, não haverá luto, nem pranto, nem dor, não haverá sofrimento.


Considerando a nossa experiência de vida na Terra, esta promessa “parece” ilusória, de tão acostumados que estamos a conviver com tanta dor e sofrimento, mas é importante lembrar que por ocasião da volta de Jesus, nossa natureza será mudada, seremos transformados, nosso corpo corruptível será transformado num corpo incorruptível, como Paulo descreve em 1Coríntios 15, e, em especial, nos versículos 35-49, onde ele deixa clara a diferença entre os corpos terrestres e os celestiais, entre corpos naturais e espirituais.

Conforme Apocalipse 21:5-7, João viu e ouviu:

“Aquele que está assentado no trono diz: Eis que faço novas todas as coisas... O vencedor herdará estas coisas, e eu lhe serei Deus, e ele me será filho.” 

domingo, 2 de setembro de 2012

O MILÊNIO

Escrito em 04/07/2012

“Então, vi descer do céu um anjo; tinha na mão a chave do abismo e uma grande corrente. Ele segurou o dragão, a antiga serpente, que é o diabo, Satanás, e o prendeu por mil anos.” (Apocalipse 20:01)

Quando falamos sobre o juízo executivo, mencionamos que ele ocorreria após o milênio; daí, faz-se necessário esclarecer sobre o milênio.

Fonte : adventismoemfoco.files.wordpress.com

O milênio corresponde a um período de mil anos. O milênio acontecerá após a volta de Jesus, iniciando com o Seu retorno para o céu com os salvos. Os ímpios - aqueles que rejeitaram o Evangelho, as boas novas da Salvação por meio do sacrifício expiatório de Jesus Cristo - estarão mortos, no pó da terra.  Como a Terra estará desabitada, Satanás não terá ninguém para seduzir e enganar. Por isto é que se diz que Satanás ficará preso; esta prisão é figurada.

O Livro de Apocalipse revela que os salvos habitarão no céu por mil anos. “E viveram e reinaram com Cristo por mil anos. Os restantes não reviveram até que se completassem os mil anos. Esta é a primeira ressurreição. Bem aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre esses a segunda morte não tem autoridade; pelo contrário, serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele os mil anos.” (Apocalipse 20:4-6)

Na sequência, depois do milênio, nos vers. 7-10, João descreve que a cidade santa, a Jerusalém Celestial descerá do céu; os ímpios ressuscitarão; Satanás então reunirá todas as suas forças aliadas e tentarão sitiar a cidade santa; porém descerão do céu fogo e enxofre e os consumirão no lago de fogo, a segunda morte.

Naturalmente que não é agradável falar dessas coisas, mas o grande conflito entre Cristo e Satanás é uma realidade que não podemos ignorar, porque ela afeta a nossa vida; é determinante da nossa salvação ou da nossa perdição.

Satanás foi Lúcifer, anjo de luz, querubim cobridor da guarda do trono de Deus, mas a inveja e o desejo de supremacia lhe subiram à cabeça e se rebelou contra Deus, a despeito de todas as oportunidades que lhe foram oferecidas; ainda arrastou consigo a terça parte dos anjos do céu. Lançou a semente da desconfiança sobre o caráter de Deus, diante dos mundos não caídos.

Nossos primeiros pais caíram sob a sedução de Satanás. O Plano da Redenção do homem por Jesus foi necessário, para que o ser humano tivesse a oportunidade de salvação. Mas Deus não força ninguém; na criação, fomos dotados do livre arbítrio, da capacidade de pensar, decidir e escolher.


Após o milênio, Satanás e todos os que o seguem sofrerão a pena de destruição final, para que volte a reinar a paz entre os verdadeiros filhos de Deus.


Ainda é tempo de dizer “sim” a Jesus

O JUÍZO EXECUTIVO

Escrito em 03/07/2012

“E se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo.” (Apocalipse 20:15)

Na mensagem anterior vimos um pouco sobre o juízo investigativo. Hoje veremos sobre o juízo executivo, aquele que vai ocorrer num segundo momento. Examinando o contexto, desde o versículo 11, João descreve a cena do juízo, começando pelo investigativo e depois encerra o capítulo com o executivo, quando será aplicada a pena de destruição total dos ímpios, daqueles que não aceitaram Jesus como seu Salvador pessoal. No juízo executivo acontece a segunda morte, a morte eterna.

Foi mostrado a João um grande trono branco e o Juiz de toda a Terra nele assentado para processar o julgamento. João viu livros abertos e os mortos em pé diante do trono sendo julgados, conforme as suas obras escritas nos livros; viu também o Livro da Vida. Então, ele diz que a morte e o inferno foram lançados para dentro do “lago de fogo” e identifica este lago de fogo como a “segunda morte”. Daí, ele conclui dizendo o verso de hoje, ou seja, a sentença foi prolatada, as pessoas cujos nomes não estiverem arrolados no Livro da Vida terão a morte eterna, no lago de fogo; não herdarão a vida eterna.

Pedro também fala do Juízo: “Ora, os céus que agora existem e a terra, pela mesma palavra [cabe esclarecer que antes falara da criação pela palavra de Deus], têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios.” (2 Pedro 3:7)

Isaías 66:15 e 16 também fala da destruição dos ímpios por fogo.

Quando eu não tinha familiaridade com a Palavra de Deus, eu acreditava, como muitos, na existência de um inferno, em que os não salvos ficariam eternamente se queimando; inclusive se divulgava a imagem de Satanás, com um manto negro, com dentes como de vampiro, segurando um enorme tridente, como um chefe do inferno, recebendo os seus adeptos. Que cena dantesca!

Mas Deus é Amor e até na execução do Juízo, fará justiça de forma cabal e definitiva; nada desta estória inventada de destruição continuada. O fogo eterno mencionado na Palavra de Deus é eterno em seus efeitos, ou seja, não haverá outra oportunidade.

Esta destruição final ocorrerá após o milênio (período de mil anos depois da volta de Jesus e Seu retorno ao céu com os salvos). Depois dessa destruição, a Terra será renovada e Deus nela habitará com os salvos, conforme descrito por João no livro de Apocalipse, Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu por intermédio do Seu anjo.

Fonte: dc205.4shared.com

Jesus declarou:

 “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”.

Sigamos este Caminho, conheçamos a Verdade e a aceitemos em Jesus e herdaremos a vida eterna, que somente Ele pode nos oferecer.