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domingo, 18 de agosto de 2013

JESUS – SUMO SACERDOTE

Escrito em 12/10/2012

“Ele, Jesus, nos dias de sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade, embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu e, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da Salvação eterna para todos os que lhe obedecem, tendo sido nomeado por Deus sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.” (Hebreus 5:7-10)

Completaremos hoje a compreensão do texto, verificando conforme parte negritada, que Jesus foi nomeado por Deus como sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.

Fonte: http://www.esperandoajesus.com

Nesta parte, precisaremos adentrar no assunto do Santuário, a que aludimos no primeiro dia em que estudamos este texto.

Falamos do santuário terrestre e do celeste. No terrestre, oficiava a tribo de Levi e Arão foi designado por Deus, e, através de Moisés, foi ordenado como sumo sacerdote.

Jesus não era da tribo de Levi, era da tribo de Judá e Deus o nomeou sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque. Este era rei de Salém, ou seja, de Jerusalém, foi o que recebeu os dízimos de Abrão, conforme Gênesis 14:18-20.

Destacamos que ambos: Arão e Jesus foram nomeados sumo sacerdotes conforme chamado divino. Resta destacar alguns pontos importantes que diferenciam o sacerdócio terrestre e o celeste, a saber:

No terrestre ofereciam-se sacrifícios diários de animais que figuravam o sacrifício que, no futuro, seria feito por Jesus, e, uma vez ao ano, no dia da expiação, o sumo sacerdote adentrava ao lugar santíssimo do santuário e ali processava a expiação do santuário.

Já no sacerdócio celeste, o sacrifício foi único e todo eficaz, do próprio Jesus, que se consumou na cruz do Calvário e, após, Jesus subiu aos céus e recebeu do Pai o Ministério do sumo sacerdócio.

Como sumo sacerdote Jesus está intercedendo no Juízo Investigativo, por todos os que O aceitaram como Salvador, juízo este que ora se processa no Santuário Celeste, completando os atos redentivos planejados para Redenção do ser humano.

Segundo profecias de Daniel e Apocalipse que já vimos em outra ocasião, este juízo teve início em 22 de outubro de 1844. Quando terminar, estará decidido quem herdará o reino dos Céus e Jesus voltará a esta Terra, para buscá-los.

Então, nosso olhar hoje deve se voltar para Jesus, nesta função de sumo sacerdote, nosso intercessor junto ao Pai Celestial.

       

sábado, 17 de agosto de 2013

JESUS – AUTOR DA SALVAÇÃO

Escrito em 12/10/2012

“Ele, Jesus, nos dias de sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade, embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu e, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da Salvação eterna para todos os que lhe obedecem, tendo sido nomeado por Deus sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.” (Hebreus 5:7-10)

Avançando hoje mais um pouco no entendimento do texto, focaremos na pessoa de Jesus como Autor da Salvação eterna, conforme parte negritada.

A parte de hoje traz uma oração antecedente no particípio passado: “e tendo sido aperfeiçoado”, denotando uma condição cumprida por Jesus, para que se tornasse o Autor da Salvação.

Por sua vez, parece haver também uma relação de dependência da parte anterior, que trata da “obediência”, para que ocorresse o referido “aperfeiçoamento”. Assim, fica subentendido que a obediência foi requisito para que Jesus fosse aperfeiçoado.

Entrementes, a palavra “aperfeiçoado” também dá idéia de completude, ou seja, de algo que estava para ser feito e foi cabalmente realizado e, no caso, a oração posterior, que evidencia o resultado “tornou-se o Autor da Salvação eterna”, sugere a ideia da efetivação do sacrifício expiatório por Jesus, a favor do homem.

Com Sua morte sacrifical, o “Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo” (como disse João Batista), ainda agonizante exclama: “Está consumado”.

Fonte: http://2.bp.blogspot.com

Completando a compreensão do versículo, falta verificar que Jesus Se tornou o “Autor da Salvação eterna”, em tese, para todo ser humano, porém vemos na sequência uma condição, que, de certa forma, restringe o contingente contemplado: “para todos os que lhe obedecem”.

Aceitar Jesus como Salvador pessoal envolve mais do que um mero assentimento intelectual, requer uma disposição para obedecer a Ele, ou seja, de levar uma vida semelhante à dEle, buscando a santificação, o desejo e o prazer em servir.


Você está disposto a obedecer a Jesus?  A nossa sorte é que o Espírito Santo escreve a Lei de Deus (que é a essência de Seu caráter de Amor) na nossa mente e no nosso coração, nos capacitando a exercitar esta obediência, que, por nossas próprias forças, seria praticamente impossível.  

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

JESUS – MODELO DE OBEDIÊNCIA

Escrito em 11/10/2012

“Ele, Jesus, nos dias de sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade, embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu e, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem, tendo sido nomeado por Deus sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.” (Hebreus 5:7-10)

Avançando na compreensão do texto, focaremos hoje sobre a obediência, conforme parte negritada.

Os pais modernos, pelo menos na cultura ocidental, fazem todo o possível para proteger os seus filhos, fazendo de tudo para evitar-lhes sofrimento de qualquer espécie e ainda proporcionar-lhes saúde, conforto, satisfação e alegria.

Por amor à raça humana, e, para dar cumprimento ao Plano da Redenção, Deus Pai, nem sempre e, principalmente nos momentos decisivos da efetivação deste plano, não pôde dar ao Seu filho unigênito a proteção e assistência que gostaria. Por isto, Jesus, embora fosse o Filho de Deus, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu.

Fonte: http://imagensbiblicas.files.wordpress.com

A obediência é uma virtude que requer uma postura de humildade diante de outrem, que, no caso, representa uma autoridade, alguém que está em nível superior numa escala hierárquica; isto é facilmente compreendido e acatado no ambiente militar e no empresarial. Porém, a obediência mencionada no texto, vai além, pois é praticada por Jesus com amor - amor ao Pai e amor ao ser humano.

Na condição humana, Jesus foi continuamente exposto ao sofrimento, mas a tudo resistia com abnegação, silêncio na alma, espírito de oração, principalmente nos piores momentos, como os do Seu julgamento e crucifixão. Tudo isto contribuiu para que Ele desenvolvesse a virtude da obediência, que, muitos de nós, detestamos, pois, de acordo com os valores deturpados por nossa sociedade, “obedecer é humilhante”.

Várias vezes a Palavra de Deus enaltece a obediência e mostra Jesus como um Servo humilde e obediente, pronto a executar a vontade do Pai.

Se Jesus, que era o Filho de Deus, que detinha todo o poder divino, deste nunca Se beneficiou para Se isentar de obedecer, quanto mais nós, seres criados, devemos desenvolver a virtude da obediência.

Que possamos nos inspirar em Jesus, nosso modelo perfeito de obediência.   


quinta-feira, 15 de agosto de 2013

JESUS – MODELO DE PIEDADE

Escrito em 10/10/2012

Ele, Jesus, nos dias de sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade, embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu e, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem, tendo sido nomeado por Deus sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.” (Hebreus 5:7-10)

Este texto é extremamente expressivo no que concerne à missão de Jesus e ocuparemos alguns dias no seu entendimento.

Inicialmente o contexto é o paralelo entre o sacerdócio celeste e o terrestre, em que o autor da carta aos Hebreus evidencia a superioridade do primeiro sobre o segundo, enfatizando porém algo em comum no que respeita ao sumo sacerdócio: ambos, tanto o de Arão quanto o de Jesus foram segundo o chamado de Deus.

Abordaremos hoje a parte negritada do texto. Nele vemos Jesus com um homem de oração.

Fico imaginando: Jesus, um ser divino, o Deus encarnado, enquanto em figura humana, se coloca em completa dependência de Deus Pai, em perfeita submissão, elevando a Ele forte clamor e lágrimas, orações e súplicas.

Fonte: http://3.bp.blogspot.com

Temos de considerar que Jesus veio ao mundo e nele estava (nos dias da sua carne) com a missão de resgatar o homem dos seus pecados e conquistar-lhe o direito à vida eterna, e, neste propósito, era necessário que Ele abrisse mão do Seu poder divino, para ser um modelo de obediência a Deus e à Sua Lei, enquanto homem, para fazer o que o primeiro homem - Adão - não foi capaz.

Jesus, nos dias mais turvos de Sua vida terrena, quando sentiu com mais profundidade a aproximação da morte, quando pesava sobre ele os pecados de toda a humanidade, poderia ter dito ao Pai o que o jovem de hoje gosta de dizer, quando não se agrada de alguma coisa: “tô fora!”, voltar para o Seu trono no céu e deixar a raça humana sob o poder de Satanás.

Satanás, que ambicionava o domínio deste mundo, fez de tudo para frustrar o Plano da Redenção; submeteu Jesus a duras provas, mas Ele Se amparava no “Está escrito”. Do início ao fim de Sua vida aqui na Terra, sofreu perseguição ferrenha, diretamente do “Príncipe das trevas” ou indiretamente, através de instrumentos humanos em suas mãos, como Herodes, Anás e Caifás, judeus, escribas e fariseus, Judas e outros.

Nessas condições, toda a vida de Jesus foi marcada pela busca constante do Pai, visando receber forças do Alto para suportar as provações, com destaque para os momentos finais, quando intensificou o clamor e as lágrimas, orações e súplicas a Quem O podia livrar da morte.

O versículo diz que Jesus foi ouvido por causa da Sua piedade. Mas como, se Ele foi humilhado, judiado de forma desumana, julgado e condenado injustamente e finalmente morto na cruz?

Piedade é uma relação de crença, fé, obediência, submissão e honra entre uma pessoa e seu Deus.

Sim; Ele foi ouvido por Deus, não de forma a impedir que fosse sacrificado, mas de não permanecer na morte, porque Ele foi ressuscitado.

Para cumprir o Plano da Redenção a favor do homem, o Pai, que também sofria horrores vendo o sacrifício do Filho, não pôde livrá-Lo; por isto, houve trevas na hora da morte de Jesus, como se os céus inteiros estivessem de luto naquele momento de extrema dor.

Permita que Jesus seja de fato um modelo de piedade em sua vida, visando a uma melhor comunhão com Deus.