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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

JESUS – A FONTE DA ÁGUA VIVA

Escrito em 29/09/2012

“No último dia, o grande dia da festa [dos Tabernáculos], levantou-se Jesus e exclamou: Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva.” (João 7:37 e 38)

Fonte:http://download.ultradownloads.com.br/Rio-Danubio

No capítulo anterior (ênfase no 6:35), Jesus Se apresenta como o Pão da Vida. Depois, Ele introduz outro elemento essencial à vida, a água e Se denomina a “Água da Vida”. 

Hoje vamos explorar um pouco mais este último conceito.

Assim como a metáfora do Pão, a da Água deve ser entendida no sentido espiritual. Jesus Se oferece ao sedento como a água, elemento vital para todo ser vivo.

Já faz algum tempo, certa noite, no sítio no Vale Verde – MG, em torno das 22 h, eu estava aguando as plantas; fazia um calor tão intenso que antes de eu ir para a cama, senti o desejo de beber uma água fresca e de tomar um outro banho; daí, me lembrei das plantas, olhei para elas e pensei: elas também estão com sede, rapidinho eu faço isto. Impressionante como elas agradeceram!

Uns dias antes, cheguei ao sítio e notei um pé de hibisco seco e feio e um pé de amoras todo sem graça. Coitadinhos! Não vinham recebendo atenção e cuidado. Peguei a mangueira e os reguei. O hibisco no dia seguinte amanheceu todo florido; e, com poucos dias, a amoreira já estava produzindo deliciosas amoras.

Jesus é a Água da Vida. Sem ele, a nossa vida é como um ramo seco, sem vida, que não produz folhas, flores nem frutos. Existem pessoas que aparentemente teriam tudo para ser feliz e não o são; algumas até dão cabo da própria vida, devido a uma profunda insatisfação interior. Falta-lhes o sentido para a existência. Mas... ninguém precisa perecer de sede – Jesus é a água da vida, fonte inesgotável e inteiramente disponível.

E mais: quem bebe desta água se torna um manancial e passa a dessedentar outras pessoas, como aqueles rios que são formados a partir de uma fonte, que, muitas vezes, nem é tão grande.

Há algum tempo, recebi um e-mail com uma apresentação maravilhosa sobre o Rio Danúbio, mostrando a sua origem e o seu avançar, sempre crescendo e banhando vários países, passando por várias capitais até desaguar no mar. Coisa fantástica!

Foi isto que Jesus disse que ocorreria com aqueles que nEle cressem: do seu interior fluiriam rios de água viva. E esclarece que isto ocorreria quando recebessem o Espírito Santo que Ele enviaria, após a Sua glorificação.

E foi exatamente assim que aconteceu com os discípulos de Jesus da Igreja Primitiva: após o derramamento do Espírito Santo no Pentecostes, saíram a testemunhar por todo mundo conhecido de então. 

E foi assim que o Evangelho chegou até nossos dias, e praticamente o mundo inteiro vem recebendo as Boas Novas da Salvação em Cristo Jesus.

Cada um de nós pode ser um Rio Danúbio, dessedentando os que estão às margens, carentes da Água da Vida.



domingo, 29 de setembro de 2013

UNIDADE DA IGREJA

Escrito em 08/12/2012

“Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum.” (Atos 4:32)

O versículo acima retrata a Igreja cristã primitiva, aquela cuja semente foi lançada por Jesus, cultivada e desenvolvida pelos apóstolos e discípulos.

Fonte: http://4.bp.blogspot.com

A primeira parte do versículo enuncia de forma poética a unidade da igreja e é muito profunda.

Gosto muito dos dizeres “era um o coração e a alma”. Ele soa para mim como uma unidade plena, evidenciando que aquela comunidade se identificara por completo com a missão evangélica, ou seja, com o avanço da mensagem que Jesus pregara e demonstrara através de atitudes e ações, enquanto estava com eles, levando fé e esperança à raça humana.

Importante destacar que eles haviam recebido o Espírito Santo, no Pentecostes, o qual vinha operando de forma abundante e expressiva em suas vidas, resultando numa transformação genuína, ou seja, toda tendência egoísta e individualista desaparecera de seu caráter.

A segunda parte do versículo transmite o resultado prático da unidade expressa na primeira parte. Os novos crentes passaram a ter tudo em comum. 

Bem, no mundo capitalista em que vivemos, passados mais de 2000 anos da primeira vinda de Jesus, aquela realidade nos parece ultrapassada e até utópica, dificilmente aplicável em nossos dias, embora eventualmente surjam movimentos no sentido da plena unidade.

Há mais de 30 anos, um colega de trabalho, engenheiro, uma pessoa de bom nível intelectual, abandonou o emprego, onde vislumbrava uma carreira promissora na siderúrgica onde trabalhávamos, para se unir a um grupo que se propunha a uma vida comunitária. Infelizmente não sei dizer o resultado do movimento. Mas muitos desses são fadados ao fracasso, porque se concentra em mãos humanas, que se envolvem em interesses particulares e/ou em corrupção.

Acredito entretanto que ao final do tempo do fim, quando o Espírito Santo for derramado abundantemente sobre os filhos de Deus, conforme previsto em Sua Palavra, a unidade será novamente praticada, em função de um preparo para a Volta de Jesus.

O amor à Verdade, como ela é em Cristo Jesus, o Redentor, falará mais alto e então ocorrerá o desapego aos bens materiais e a unidade será necessária e factível.

Que nós possamos nos preparar e reconhecer esse momento, para dele participarmos tal como a igreja primitiva em que “era um o coração e a alma”.